Sentidos
"My name is Guém. Al Guém". É nesse estilo 007 que vou começar este trabalho. Eu já disse que você é alguém, certo? Mas eu também devo ser alguém, até onde me consta. Mas "alguém" é uma palavra de seis letras e com um acento agudo, e ninguém pode ser reduzido a meras letras. É por isto que temos nomes próprios, jeitos próprios, vidas próprias. Não vou mentir, eu também quero isto. Então agora vou escrever como Al Guém. Parece besteira? Eu sei. Mas agora são duas palavras, com duas letras maiúsculas. E eu avisei que o que eu escrevo também pode ser um nada. E eu gostei.
Este texto é sobre a escrivaninha. Sobre como ela se apresenta. O que posso dizer? Já falei que pode ser tudo, nada e alguma coisa. O que é só importa pra quem vai ler. Eu uso uma escrivaninha para libertar ideias, pensamentos, e tudo mais que passe pela cabeça, que valha a pena escrever, ou não. É um retrato não meu, mas da minha mente.
Já percebeu as cores da escrivaninha. Gosto de verde. Gosto de árvores. O verde é uma cor belíssima, e como tal devo argumentar o porquê. Vermelho é bonito, é agressivo, ou então apaixonante. De qualquer forma, é forte, marcante. O azul é sereno, ou então calmo. É frio, agradável. Sempre considerei o verde um meio termo. Gosto da natureza, a mesma que nos sustenta, e também pode se rebelar contra nós. A mesma que é bela e forte, ao mesmo tempo. Assim como o vermelho e o azul, o verde tem vários tons. É a natureza, é de onde viemos. Ou é só uma combinação de ondas agradável aos olhos. Você decide.
A madeira. Não pintada. Talvez envernizada. Natural. Natureza. Você já percebeu por que ela me interessa tanto. Eu procuro explorar ao meu redor, as mentes e o mundo, como um explorador amazônico. Tenho inveja daqueles que viveram antes dos satélites, antes da descoberta do mundo inteiro. Tenho inveja de suas aventuras. Tenho inveja do Indiana Jones por adentrar selvas e templos, onde a presença da natureza superava a do ser humano. Cipós, árvores, madeira, verde. Sinto falta. E acho bonito.
Mas são só pensamentos. Levo comigo o que me faz bem, e não poderia deixar de ser assim. O mundo nos regula. Muda nossas mentes, estabelece parâmetros, padrões. É chato. E eu simplesmente não consigo aceitar isto. Ninguém deveria. Se eu não posso mudar o mundo, pelo menos eu posso tentar, e eu vou começar mudando o meu mundo. Ah, e não é só de natureza que se faz uma escrivaninha. Tem que ter o glamour. Mas depois eu falo disso.
Al vai mudar o próprio mundo.
Obs.: A Escrivaninha já atualizou o seu visual, mas o cerne, a natureza, é a mesma.
Este texto é sobre a escrivaninha. Sobre como ela se apresenta. O que posso dizer? Já falei que pode ser tudo, nada e alguma coisa. O que é só importa pra quem vai ler. Eu uso uma escrivaninha para libertar ideias, pensamentos, e tudo mais que passe pela cabeça, que valha a pena escrever, ou não. É um retrato não meu, mas da minha mente.
Já percebeu as cores da escrivaninha. Gosto de verde. Gosto de árvores. O verde é uma cor belíssima, e como tal devo argumentar o porquê. Vermelho é bonito, é agressivo, ou então apaixonante. De qualquer forma, é forte, marcante. O azul é sereno, ou então calmo. É frio, agradável. Sempre considerei o verde um meio termo. Gosto da natureza, a mesma que nos sustenta, e também pode se rebelar contra nós. A mesma que é bela e forte, ao mesmo tempo. Assim como o vermelho e o azul, o verde tem vários tons. É a natureza, é de onde viemos. Ou é só uma combinação de ondas agradável aos olhos. Você decide.
A madeira. Não pintada. Talvez envernizada. Natural. Natureza. Você já percebeu por que ela me interessa tanto. Eu procuro explorar ao meu redor, as mentes e o mundo, como um explorador amazônico. Tenho inveja daqueles que viveram antes dos satélites, antes da descoberta do mundo inteiro. Tenho inveja de suas aventuras. Tenho inveja do Indiana Jones por adentrar selvas e templos, onde a presença da natureza superava a do ser humano. Cipós, árvores, madeira, verde. Sinto falta. E acho bonito.
Mas são só pensamentos. Levo comigo o que me faz bem, e não poderia deixar de ser assim. O mundo nos regula. Muda nossas mentes, estabelece parâmetros, padrões. É chato. E eu simplesmente não consigo aceitar isto. Ninguém deveria. Se eu não posso mudar o mundo, pelo menos eu posso tentar, e eu vou começar mudando o meu mundo. Ah, e não é só de natureza que se faz uma escrivaninha. Tem que ter o glamour. Mas depois eu falo disso.
Al vai mudar o próprio mundo.
Obs.: A Escrivaninha já atualizou o seu visual, mas o cerne, a natureza, é a mesma.
Comentários
Postar um comentário