Primeira Obra
Segundo o dicionário Houaiss, o pronome "Alguém" pode ser definido de três formas:
1 - Uma pessoa sem identidade definida ou especificada.
2 - Pessoa importante.
3 - Ser humano, pessoa.
Bom, creio que ninguém vai duvidar que eu sou um ser humano. Só é necessário saber que sou alguém, e se sou alguém eu penso, existo, e nesse caso escrevo um monte de coisas. Não estou me achando ao me definir como importante, mas é no sentido de que toda pessoa é importante, sentido esse que a gente parou de valorizar.
Vou definir um pouco da mecânica deste... Blog? Diário? Lugar onde um maluco escreve? Estou brincando. Isso aqui não é um lugar, obviamente. Tudo o que vou escrever aqui se rege por três princípios muito variáveis: Tudo, nada e alguma coisa.
A partir do momento em que você interage com alguma coisa e aquilo muda o que você é, como você vê o mundo e as pessoas, não importa o que seja, através de qualquer um dos seus sentidos, aquilo se torna, de certa forma, tudo para você. Tomara que eu escreva um monte de coisas aqui, e que pelo menos uma delas se torne tudo para alguém. seria uma honra.
Também existe o nada. Eu me divirto demais com o nada. Esta é aquela categoria das coisas banais, sem muita importância. é uma piada barata que tira você da tristeza ou do tédio, uma daquelas coisas que você vê e pensa: "A falta do que fazer é uma bênção". Resumindo, o nosso mundo é um lugar muito conturbado, e o clima anda meio tenso. O nada pode se tornar tudo aqui. Quem sabe?
E por fim, existe alguma coisa. O que é isso? É alguma coisa. Dá pra pensar nisto como um caminho para a formação individual de um tudo. É um conselho, uma notícia, um fato que te leva a pensar, não sei. Algo só é alguma coisa para alguém. É a categoria mais subjetiva de todas, e quem vai defini-la é quem lê.
Todas essas três categorias se relacionam. A maior subjetividade entre elas são as três juntas em uma pessoa. Perceba que alguém pode ser tudo, nada e alguma coisa para outra, e por isso tudo depende dos olhos de quem vê.
Agora vou falar um pouco sobre o formato dos textos: Eu sei lá. Tudo o que for será. Sobre a linguagem: Vou falar como falo, e sinceramente acho que sou muito bom em gramática. Se eu errar, pode falar. Os erros são os degraus da escada para o sucesso. Ah, e talvez eu edite várias coisas depois de prontas. Às vezes sou perfeccionista demais. Enfim, é aqui que vou eternizar as minhas criações verbais sobre tudo, nada e qualquer coisa.
Pois é. Que se faça a escrita.
Vou definir um pouco da mecânica deste... Blog? Diário? Lugar onde um maluco escreve? Estou brincando. Isso aqui não é um lugar, obviamente. Tudo o que vou escrever aqui se rege por três princípios muito variáveis: Tudo, nada e alguma coisa.
A partir do momento em que você interage com alguma coisa e aquilo muda o que você é, como você vê o mundo e as pessoas, não importa o que seja, através de qualquer um dos seus sentidos, aquilo se torna, de certa forma, tudo para você. Tomara que eu escreva um monte de coisas aqui, e que pelo menos uma delas se torne tudo para alguém. seria uma honra.
Também existe o nada. Eu me divirto demais com o nada. Esta é aquela categoria das coisas banais, sem muita importância. é uma piada barata que tira você da tristeza ou do tédio, uma daquelas coisas que você vê e pensa: "A falta do que fazer é uma bênção". Resumindo, o nosso mundo é um lugar muito conturbado, e o clima anda meio tenso. O nada pode se tornar tudo aqui. Quem sabe?
E por fim, existe alguma coisa. O que é isso? É alguma coisa. Dá pra pensar nisto como um caminho para a formação individual de um tudo. É um conselho, uma notícia, um fato que te leva a pensar, não sei. Algo só é alguma coisa para alguém. É a categoria mais subjetiva de todas, e quem vai defini-la é quem lê.
Todas essas três categorias se relacionam. A maior subjetividade entre elas são as três juntas em uma pessoa. Perceba que alguém pode ser tudo, nada e alguma coisa para outra, e por isso tudo depende dos olhos de quem vê.
Agora vou falar um pouco sobre o formato dos textos: Eu sei lá. Tudo o que for será. Sobre a linguagem: Vou falar como falo, e sinceramente acho que sou muito bom em gramática. Se eu errar, pode falar. Os erros são os degraus da escada para o sucesso. Ah, e talvez eu edite várias coisas depois de prontas. Às vezes sou perfeccionista demais. Enfim, é aqui que vou eternizar as minhas criações verbais sobre tudo, nada e qualquer coisa.
Pois é. Que se faça a escrita.